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Cenário nacional confuso pode influenciar disputa em AL

Candidatos no Estado dependerão de nomes à presidência

POR: Marcos Filipe Sousa, Agências
Principais nomes para a disputa à presidência deste ano
Montagem/ Internet

Às vésperas do início da disputa eleitoral, a política brasileira vive um cenário confuso para a composição de alianças, a maioria dos partidos com candidato próprio ou que desejam participar de um novo governo estão deixando as convenções para os últimos dias do prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral.

O problema é que a disputa para presidente acaba influenciando nos estados, já que os futuros candidatos ao Palácio do Planalto precisam de palanque regional. Assim como os candidatos ao Governo, Senado, Câmara e Assembleia precisam de um nome nacional para encabeçar suas propostas.

Os três maiores partidos do país, PT, PSDB e MDB, além da Rede, de Marina Silva, e do Podemos, de Álvaro Dias, marcaram seus encontros para 4 de agosto, na véspera do fim do prazo para realização das convenções. O PSB, que se divide entre o apoio ao PT e a Ciro Gomes (PDT), foi ainda mais longe e escolheu a data-limite, 5 de agosto.

É muito provável que os alagoanos conhecerão primeiro seus candidatos ao Governo e ao Poder Legislativo. Como já foi anunciando, o PSOL de Basile Christopoulos marcou para o dia 27 deste mês sua convenção estadual. O MDB de Renan Filho ainda não divulgou a data, mas deverá acontecer também no fim de julho.

Quem fica em situação complicada são os candidatos ao Senado como Biu de Lira (PP) e Rodrigo Cunha (PSDB) que estão sem palanque a nível estadual, sem um nome certo para os seus partidos, e dependerão de suas legendas em nível nacional.

Para apresentar os candidatos à Presidência da República ou anunciar o apoio a outras legendas, os políticos podem realizar suas reuniões entre 20 de julho e 5 de agosto.

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