Ordem judicial

Corpo de menino de 6 anos assassinado pela mãe é liberado do IML

Criança foi achada morta e mãe ainda estava com vida
Cortesia

O corpo de Luiz Gustavo Silva Cavalcanti Vilar, de seis anos, achado morto dentro de um apartamento no Jardim Petrópolis em 20 de setembro desse ano, foi liberado na manhã desta quinta-feira (27) do Instituto Médico Legal de Maceió.

O corpo da criança foi liberado por ordem judicial, apenas com guia de sepultamento. A Perícia Oficial do Estado (POAL) já havia divulgado nota à imprensa informando que o médico legista coletou material biológico do fígado, rins, pulmões e sangue do coração da vítima, para realização de exames no laboratório forense do Instituto de Criminalística.

O IML ainda aguarda resultado dos exames completares solicitados pelo perito médico legista para concluir o laudo com a causa da morte.

Relembre o caso
Luiz Gustavo foi encontrado morto dentro de um apartamento no Bloco 39 do Residencial Parque Petrópolis III, na parte alta da capital.

Vizinhos teriam sentido cheiro de gás no apartamento. A Polícia Militar (PM) foi acionada e um chaveiro solicitado que retirou a grade da janela de um dos quartos para que os militares pudessem entrar.

A criança estava em uma cama de casal deitada, enquanto a mãe deitada no chão, junto a porta do cômodo, até então dada também como morta também.

O caso sofreu uma reviravolta, no momento em que a perícia foi iniciada. A mulher ainda estava viva e agarrou no pé de um dos peritos. Ela foi socorrida pelo Samu para o Hospital Geral do Estado (HGE).

Jandira Silva, de 46 anos, confessou o crime e relatou sofrer de transtornos psicológicos. O delegado responsável pelo caso, Rodrigo Sarmento, disse que a criança não aparecia na escola desde o dia 18 de setembro e que três dias depois foi encontrada morta.

criança morta Jardim Petrópolis

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