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?Em reunião com Serjal, corregedor defende capacitação para aprimorar a Justiça

Presidente da categoria, Aluciano Martins, ressaltou que o encontro com Fernando Tourinho estabelece uma quebra de paradigmas e abre diálogo para parcerias

POR: Ascom CGJ/AL
Presidente do Serjal, Aluciano Martins, homenageou Fernando Tourinho com uma placa e desejou boa sorte na gestão.
Itawi Albuquerque

O corregedor-geral de Justiça, desembargador Fernando Tourinho de Omena Souza, e o juiz auxiliar, João Paulo Martins, reuniram-se com representantes do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Alagoas (Serjal), nesta segunda-feira (14), com o intuito de ouvir as reivindicações da categoria. Na ocasião, Tourinho defendeu uma cultura voltada à capacitação dos servidores do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL), em parceria com a Escola Superior da Magistratura (Esmal).

“Precisamos reinventar as formas de qualificação, com cursos EAD e aqueles que podemos levar às comarcas. Muitas vezes, aqueles servidores que mais necessitam desses cursos de qualificação se sentem expostos e nós precisamos identificá-los para dar a oportunidade de reciclagem. A gente pode melhorar os serviços se os servidores estiverem mais preparados”, comentou Fernando Tourinho.

Aluciano Martins, presidente do Serjal, ressaltou que a reunião com o representante da Corregedoria Geral de Justiça (CGJ/AL) estabelece uma quebra de paradigmas. “O diálogo estreita caminhos e a gente consegue manter uma parceria que venha fortalecer o Judiciário, para manter uma relação verdadeira, de transparência, buscando soluções para os problemas que possam vir a surgir”, disse, ao desejar sucesso à gestão do corregedor e homenageá-lo com uma placa.

O corregedor ressaltou a necessidade de valorização de juízes e servidores e destacou a importância do Serjal. “Qualquer pleito de vocês eu quero atender, mas dentro da normalidade. O Serjal é a caixa de ressonância dos servidores, assim como a associação [Almagis] é para os magistrados”, comentou, ao afirmar que juízes e servidores precisam ser gestores dentro das unidades judiciárias. Tourinho também tirou dúvidas a respeito do edital de remoção e nomeação de servidores. 

Melhorias

Uma nova dinâmica para as audiências de custódia, que são realizadas na Capital e interior de Alagoas, está sendo estudada pela comissão da Corregedoria, com a intenção de dar melhores condições de trabalho aos magistrados e servidores. Para suprir a carência de algumas unidades judiciárias, 63 concursados já foram lotados em seus respectivos locais de trabalho e outros serão empossados ainda neste primeiro trimestre de 2019.

Também foi colocada em pauta a necessidade de expansão da Secretaria de Processamento Unificado (SPU), órgão que funciona no âmbito do 1º Grau e que tem o intuito de centralizar, uniformizar, padronizar e agilizar o cumprimento de atos processuais. Para que essa ampliação ocorra, será necessário que os analistas interessados tenham uma qualificação específica que atenda às demandas da unidade.

Algumas pendências do Serjal serão resolvidas no prazo de 30 dias, dentro das possibilidades da Corregedoria. “Tenho consciência do papel coadjuvante da Corregedoria, mas papel fundamental para melhorar nossos serviços […] O último viés da Corregedoria é a punição”, concluiu Tourinho.

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