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Prefeituras em AL estão gastando menos na saúde de seus habitantes

Apenas oito municípios ficaram acima de média nacional

POR: Marcos Filipe Sousa
Apenas oito cidades ficaram acima de média nacional nos gastos
Carlos Magno

A maioria das cidades alagoanas gastou menos de R$ 200,00 na saúde de cada habitante durante o ano de 2017. Segundo a análise do Conselho Federal de Medicina (CFM) sobre as contas da saúde, esse foi o valor médio aplicado pelos gestores municipais com recursos próprios em Ações e Serviços Públicos de Saúde (ASPS).

Segundo o levantamento, vinte e quatro cidades do Estado, investiram menos de R$ 200 no ano passado. Dos 102 municípios, apenas oito ficaram acima de média nacional que foi de R$ 400. Na lista estão Campestre, Jundiá, Marechal Deodoro, Mar Vermelho, Olho D’Água Grande, Pilar e Satuba.

A surpresa ficou com a cidade de Pindoba, que investiu além da média brasileira, foram R$ 658,45 gastos por habitante.

Uma característica em comum entre todas as cidades alagoanas, foi o valor de investimento que diminuiu ao longo dos últimos quatros anos.

A capital, Maceió, gastou em média R$ 264,46 por habitante em 2017. Já Arapiraca, a segunda maior cidade do Estado, a valor ficou em R$ 209,16.

Entre os mais altos valores per capita naquele ano, estão os das duas menores cidades do País. Com apenas 839 habitantes, Borá (SP) lidera o ranking municipal, tendo aplicado R$ 2.971,92 para cada um dos 812 munícipes. Em segundo lugar, aparece Serra da Saudade (MG), cujas despesas em ações e serviços de saúde alcançaram R$ 2.764,19 por pessoa.

Na outra ponta, entre os que tiveram menor desempenho na aplicação de recursos, estão três cidades de médio e grande porte, todas situadas no estado do Pará: Cametá (R$ 67,54), Bragança (R$ 71,21) e Ananindeua (R$ 76,83).

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