POLÍCIA

Operação prende suspeitos de crimes em Maceió e região Metropolitana

Ao todo, seis acusados de crimes foram presos e dois adolescentes apreendidos

POR: Redação, com assessoria
Delegada Ana Luíza Nogueira coordenou a operação na Capital e Região Metropolitana
Ascom PCAL

A delegada Ana Luiza Nogueira, gerente de Polícia Judiciária da Região 1 (GPJR 1), da Polícia Civil de Alagoas, coordenou na manhã desta quinta-feira (22), uma operação com o objetivo de prender pessoas envolvidas em vários crimes em Maceió e região Metropolitana.

O trabalho, realizado após investigações de diversas delegacias distritais e especializadas da Capital, e da área Metropolitana, prendeu seis pessoas acusadas de terem praticado crimes de homicídio, tentativa de homicídio e roubo, em cumprimento a mandados de prisão expedidos pela Justiça. Dois adolescentes de 16 e 17 anos foram apreendidos.

Além da delegada e sua equipe, também participaram as equipes dos delegados Waldor Coimbra Lou (22º Distrito da Capital), Teíla Rocha Nogueira (da Delegacia Especial da Criança e do Adolescente da Capital), Lucimério Campos (Delegacia de Homicídios de Rio Largo), Graciele Marques (Delegacia de Barra de Santo Antônio) e José Carlos André (Delegacia de Roubos da Capital).

A ação teve ainda a participação do Núcleo de Inteligência da GPJR1), Operação Policia Litorânea Integrada (Oplit), Asfixia e militares do Batalhão de Operações Especiais (Bope).

Os presos foram identificados como: Iranildo Melo Lins, 43 anos; Alexandre Góis, 45 anos; Lucas Guimarães do Nascimento, 20 anos; William Medeiros de Araújo da Silva, 19 anos, e Jonas Silva Costa, 27 anos. Um dos presos ainda não teve o nome revelado.

A delegada Ana Luiza disse que a ação foi deflagrada, após investigações das delegacias, seguindo orientação do secretário Lima Junior, e do delegado-geral Paulo Cerqueira, visando o combate sistemático e ininterrupto à criminalidade.

Todos os presos foram encaminhados para o Complexo de Delegacias Especializadas da Capital (Code), no bairro de Mangabeiras, para a confecção dos procedimentos cabíveis. Eles devem ser conduzidos ao Instituto Médico Legal (IML), para a realização do exame de corpo de delito, e, em seguida, levados para o sistema prisional onde ficarão à disposição da Justiça.

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