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Maceioenses estão pagando mais em impostos

Comparado a 2018 aumento foi de 9%. Alagoanos também estão pagando mais.

POR: Marcos Filipe Sousa
Aumento de 9% entre os anos de 2018 e 2019
Internet/ Ilustração

O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) apontou que os maceioenses pagaram em 2019 cerca de R$ 56 milhões a mais de impostos que no ano anterior.

O valor de impostos, taxas e contribuições pagos pelos contribuintes superou o total arrecadado em 2018, que foi de R$ 524 milhões, para R$ 576 milhões em 2019, um aumento de 9%.

O mesmo aconteceu com os alagoanos, que registraram uma porcentagem maior que a capital, de R$ 120 bilhões em 2018, para R$ 132 bilhões em 2019, um aumento de R$ 12 bilhões.

No final do ano passado, o Congresso anunciou a formação de uma Comissão Mista da Reforma Tributária para funcionar no recesso, as presidências da Câmara e do Senado decidiram que a comissão só será instalada em fevereiro.

Existem duas propostas concorrentes que devem ser conciliadas caso se deseje aprovar alguma coisa ainda este ano.

Uma das etapas dessa fase implicaria a criação de um imposto federal de valor agregado, a partir da unificação de PIS e Cofins, tributo que poderá se chamar Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).

Outra fase deverá tratar do Imposto de Renda de pessoas físicas e jurídicas. A intenção é tributar mais quem possui rendimentos mais elevados. Nesse escopo, a tabela da pessoa física seria corrigida para isentar um maior número de contribuintes, porém com redução de deduções.

A última etapa, ainda em estudo, envolveria a desoneração da folha de pagamentos das empresas. Mas a eliminação de encargos trabalhistas e sociais que incidem sobre a contratação de empregados teria grande impacto sobre as contas públicas.

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